Justiça!

Ao longo das últimas horas eu me pego pensando muito bem antes de escrever.
Nos dias em que tudo que você diz pode ser interpretado com duplo sentido, é difícil falar.
Mas também é impossível se calar, diante a revelações tão chocantes que envolvem a minha historia.

Minha amiga e irmã de coração Giovana Miccelann, foi assassinada por criminosos digitais que atacam nosso amigo Guilherme Kalel.
Porque ela o protegia, fornecia tratamentos médicos, e colocava a sua inteira disposição o mais bem equipado conjunto hospitalar do país.
O que não tínhamos a nossa disposição, levávamos Kalel para que tivesse em outros hospitais de ponta.
Razões pelas quais, ele recebeu tratamentos no AC Camargo e no Sírio não por uma, mas diversas vezes.
Giovana sempre viu Kalel como um irmão, e quando precisou se afastar, confiou sua empresa a suas mãos.
Sabia que ele é um homem honrado, nada ambicioso, e que seu patrimônio estaria em segurança.

Giovana teve leucemia em 2018, uma tragédia.
Em meio a depressão em descobrir a doença tentou se matar.
Nós, mais próximos a ela, nunca entendemos o motivo daquela decisão desesperada.
Os médicos classificaram um ato como resultado de sua depressão. Não era.

Havia nome e sobrenome a razão pela qual, Giovana tentou tirar a própria vida naquela noite.
Larissa Mariana Corsi, a época 15 anos de idade.
Não se deixem enganar, para ela anos são apenas um número.
Mas, hoje aos 17, Larissa fez muito mais coisas que criminosos considerados de alta periculosidade, com 40.
Sua vida de crimes se iniciou aos 8 anos de idade, ou talvez aos 5, se considerarmos as bonecas que cortou, quebrou e queimou.
Claros sinais de sua psicopatia grave que sim, deveria ter sido tratada.

Posteriormente agora grande, depois de tentar fazer Giovana se matar, vendo que não deu certo, ela continuou com o plano sórdido.
Membros de sua organização se infiltraram em nossa empresa, adulteraram resultados de exames.
E depois de fazer um transplante, Giovana não soube a tempo que sofreu uma recidiva da sua leucemia em 2019.
Ao descobrir era tarde, ela faleceu em março.
Não pela leucemia em si mas sim pela maldade humana.

Profundamente com pesar e com dor no coração, relembro esses acontecimentos e conto cada um a vocês.
Para pedir Justiça ao que houve com minha irmã.
Larissa Mariana, que acusou a mim e a minha empresa em outro tempo de sermos envolvidas com a organização.
Que acusou a Presidente da Nel G7 Nathália Valle de ser uma Hacker, quando na realidade era ela por trás de tudo.

O fim de ano, os desafios, as fofocas

Chegamos a mais um final de ano.
Só que diferente de anos anteriores, tudo em 2019 está diferente.
Ao longo dos últimos anos, passei cada dezembro planejando ao lado da amiga e querida Giovana Miccelann, como seria o natal e ano novo.
O que a empresa faria de promoção, como poderíamos melhorar o dia dia e a vida das pessoas no ano seguinte.
Nos dias das festas, passamos em diferentes lugares mas sempre juntas, unidas.
Porque éramos muito mais que funcionária e chefe, nos tornamos amigas. Como irmãs.

Giovana nunca me fez uma crítica que fosse no sentido de me magoar.
Nunca criticou meu trabalho e sempre confiou nas minhas decisões.
E eu sempre procurei tomar essas decisões, pensando no que seria melhor, do jeito que ela me fez e ensinou a enxergar as coisas, a modo amplo.

Ao longo de 2019, perdi Giovana para o câncer.
E me tornei a Executiva da Miccelann que passou a se chamar Onor.
A partir daí muitas responsabilidades passaram a fazer parte de meus dias.
E a partir daí, eu tive que olhar ainda mais para o horizonte, porque minhas decisões iam impactar ainda mais as pessoas.
Em alguns momentos eu me senti um pouco perdida, mas nunca sozinha.
Sempre tinham pessoas em quem eu podia me apoiar, confiar.
Não tinha mais a Giovana, mas ela deixou um legado, e pessoas que me dizia.
"Pode confiar cegamente, e seguir o que dizem."
Porque eu sabia e ela sabia também, que se eu fizesse isso eu estaria no caminho certo.
E ela tinha razão.
Demorou, porque leva um tempo até que você se ajuste e adapte as novas regras, as novas condições.
Mas, hoje estou melhor preparada do que naquele março, quando assumi as minhas funções de Executiva.
E me sinto melhor preparada também como ser humano, para os desafios que virão em 2020.

Um ano que será desafiador, não só pelas decisões administrativas.
Mas porque eu tornarei-me mãe.
Que missão mais nobre e ao mesmo tempo mais difícil essa.
Eu vejo minhas amigas e minhas funcionárias mães.
Dia pós dia, lutando e dando o melhor a seus filhos, imaginando se estão no caminho correto.
E passei de maneira automática a pensar nisso também, desde que tinha um ser sendo gerado dentro de mim, e que deve chegar em março.
Ah, março, mês que se remete a lembranças e mudanças, como sempre feito nunca.

Estamos em recesso administrativo da Onor, desde 20 de dezembro.
Mas vamos voltar com muita força e com muita dedicação no ano que vem.
Corrigindo erros cometidos nesse ano e esperando não errar mais.
Fazendo novos investimentos e acreditando sempre no melhor.
Nossa pergunta sempre será, o que podemos fazer para tornar melhor o dia dia das pessoas.
Com a certeza de que nunca caminharemos sozinhos.
Teremos Giovana, temos um ser maior olhando por nós.
E temos pessoas excelentes aqui na Terra a nos aconselhar.
Mesmo que para alguns pareça que me afaste de algumas delas, a verdade é que eu nunca estive tão próxima.
Ninguém está dentro de mim e ninguém acompanha minhas conversas privadas para saber.
Mas publicamente eu posso dizer, a gente não se afasta, a gente não para, a gente se fortalece.
E em meio a fofocas, nos sobressaímos, porque somos maiores e mais fortes do que isso tudo.

Onor e o fim de ano

Dezembro chegou.
Com ele chegam as renovações de esperança para dias melhores, que todos precisamos.
Chegam também as expectativas de vendas para o fim de ano e um 2020 que chegue e seja, melhor do que esse foi, para todos.

A Onor se prepara para este final de ano, de maneira muito especial.
Amanhã, 2 de dezembro, vamos completar 1 ano com o nosso Android Onor em funcionamento.
Que data melhor para que possamos liberar o Android Onor Hauei, para nossos clientes?
Os telefones da Onorplus, serão os primeiros a receber a atualização, a partir de amanhã.
As atualizações serão liberadas gradativamente, até o dia 2 de janeiro.
Depois em janeiro vamos liberar, também de maneira gradativa a telefones de outras marcas que contam com o Android Onor.
Primeiro Motorola, depois Huawei e por fim os Xiaomi.
A expectativa é que até abril de 2020, todos os telefones com Android Onor, estejam com a versão 10 do sistema operacional em operação.

Também neste mês de dezembro, reformamos nosso portifólio na Onorplus.
Vamos passar a atender com apenas 3 modelos de Smartphones.
Porque entendemos que é mais fácil de gerir, quando é menos modelo no mercado.
Ou corremos o risco de perder em meio a tantos modelos que não conseguiríamos acompanhar ou prestar suporte de qualidade, e não queremos isso.
Vamos ter 3 linhas de atuação.
O Onorplus Kintien Golden, o mais caro de nossos modelos.
Também com a nossa configuração mais robusta.
E depois os outros, Kintien Poliana, também chamado de Kintien P.
E Kintien Nathalie, também chamado de Kintien N2.
N2, porque o N, lançado em setembro, foi atualizado e ganhou uma tela agora um pouco maior, de 5 polegadas.
Enquanto seu antecessor tinha tela de 4,7 como um iPhone SE.

Nosso Onorbook Pro, também ganhou uma atualização neste domingo, 1º de dezembro.
Ele passa a contar com suporte as tecnologias 4 e 5G.
No começo do ano que vem, também vamos atualizar nossas linhas Prime e Pro, de nossos Tablets, aguardem!

O ataque na Onor e nossa resposta aos que querem fazer mal a nós e a nosso Guilherme Kalel

Ao longo do tempo, você aprende a lhe dar com as pessoas.
Aprende que nem sempre todo mundo é como parece ser, e que nem todas as pessoas são tão boazinhas.
Pode ser, não é sempre, mas pode ser, que tenha um algo amais, uma intenção, por trás de tudo o que estejam fazendo por você.
Não podemos julgar um livro pela capa, mas podemos ficar atentos e é isso que sempre eu tenho feito.

Desde que minha amiga, amada irmã Giovana Miccelann morreu, assumi a difícil missão de substituí-la afrente de seus negócios.
Fui uma pessoa privilegiada e eu nunca vou me esquecer desse privilégio.
Eu era uma confeiteira, uma fazedora de bolos, e não tenho vergonha disso.
Aprendi o ofício com a minha mãe, aos 12 anos de idade, e só parei quando tive a oportunidade de trabalhar como Secretária na Miccelann.
E no meu primeiro dia de trabalho, um rapaz jovem, e deficiente visual, cruzou a porta da recepção.
Olhou pra mim e pra moça do meu lado e disse a Giovana que se quer eu conhecia.
"Eu quero elas, elas vão subir e ser minhas Assessoras."
Ele não nos conhecia havia acabado de nos dar um Oi.
Mas nos deu o voto de confiança que ninguém no mundo daria.
Porque ele pode não enxergar com os olhos, mas ele enxerga para muito além.
Ele vê com o coração, com a alma.
Eu serei eternamente grata e não me importo em dizer isso sempre, pelo que ele fez.
A minha colega de trabalho, Mariana Novacki, trabalha até hoje com Guilherme Kalel.
É Segunda Vice-Presidente da G7 Comunicação, empresa que ele fundou.
Eu, de secretária virei Assessora no tempo em que Kalel administrou a empresa durante as férias de Giovana.
E depois, eu fui mantida no cargo administrativo.
Ganhei confiança, carinho e amizade da Gi, como carinhosamente chamávamos.
E depois, ganhei a vice-presidência da empresa.
Em março deste ano, ganhei a missão de a substituir na empresa que agora se chama Onor.
Tive de tomar muitas decisões que foram polêmicas e questionáveis.
Algumas eu estava errada e não tive problema em recuar, outras estavam certas.
É em meio a acertos e erros que seguimos a vida, e que tudo segue seu curso e padrão.

Hoje, minha empresa Onor, foi alvo de uma operação policial.
Agentes chegaram as 7 da manhã nas nossas sedes de Porto Alegre e São Paulo.
Procuravam por 10 pessoas mas nem uma delas era eu.
E posso por minha cabeça no travesseiro e dormir com a consciência tranquila em relação a isso.
Essas 10 pessoas se infiltraram na nossa empresa, para extrair informações.
Informações que vendiam a um grupo de Hackers, que atacavam Guilherme Kalel.
Atacavam por que são covardes, são mesquinhos, querem acabar sem motivo justificável, com a carreira de uma pessoa que não faz outra coisa a não ser ajudar os outros.
Eu sabia, que tinham infiltrados na empresa.
A polícia sabia e o Ministério Público também.
Estávamos esperando a hora certa de agir, monitorando cada passo deles.
Os ataques sofridos por nós em novembro, e em outubro.
Estávamos preparados para cada um deles e tínhamos de demonstrar total indignação, como se tivéssemos surpresos.

Eu só tenho que agradecer.
A cada anjo que nos protegeu nessa empreitada que não foi fácil.
Nós deixamos passar de alguma forma, num processo de seleção que a partir de agora será muito mais criterioso, as pessoas erradas para dentro de nossa empresa.
O que não vai se repetir nunca mais.
Mas, tenham a certeza de que, as pessoas presas tinham seu envolvimento e parcela de culpa, e que vão pagar pelo que fizeram.
No meio desse processo, eles levaram duas pessoas inocentes detidas.
Porque essas pessoas faziam parte do plano, de se aproximarem e facilitarem a ação dos criminosos.
Por isso, agradeço a cada uma dessas heroínas. Que terão sempre eterna gratidão de minha parte porque arriscaram suas vidas por um bem maior.

Onor encerra atividades hospitalares para se reestruturar na tecnologia e em outros campos

Desde março de 2012, a Miccelann hoje Onor, vem se consolidando em tudo aquilo que se dispõe a fazer.
Cuidamos com carinho das pessoas e de cada funcionário que passou e passa por nossas empresas.
E ofertamos serviços de qualidade em diversas modalidades de atuação.

Quando tomei posse da Onor, em março de 2019, após a morte de minha querida amiga Giovana Miccelann, eu sabia que teria uma missão nada fácil pela frente.
Era o legado dela que eu precisava dar continuidade, e dentro desse legado, saber separar o que poderia levar a Onor para frente, e retirar o que poderia a um longo prazo se transformar em problema.
Administrar as vezes tem dessas coisas, você tem que fazer cortes e reestruturações que não gostaria, mas que se fazem necessárias.
É assim que um país deveria ser administrado, e não teríamos um déficit orçamentário como hoje no Brasil, nem milhões de pessoas na linha da pobreza.
A Onor não é um país, é uma empresa com grande orçamento e com grandes responsabilidades vindas de minha parte.
Sei que esses meses e semanas não foram fáceis para nós, pois estamos vindo de ataques criminosos que tentaram nos derrubar.
Para que possamos nos reerguer é preciso nos também reestruturarmos, aproveitando esse momento de reflexão.

Hoje, eu determinei o fim das atividades das clínicas Santa Clara, dentro e fora do Brasil.
Nos próximos dias, vamos demitir em todo o mundo, 9,9 mil funcionários, uma perca lastimável para nossa marca.
Este é o número oficial de pessoas que serão afetadas, sendo que a maior parte delas está no Brasil.
Estamos desde setembro, negociando com marcas internacionais para que adquiram as nossas redes hospitalares nos países em que estão instaladas.
Assim, Reino Unido, Itália, França e Argentina, não perderão empregos mas sim passarão para as mãos de outros donos.
Na China, onde existe nossa base de tecnologia, vamos investir mais para que possamos trazer ao Brasil muito mais que Notebooks, Tablets e Celulares.
Nossos investimentos permitirão a Onor, ter uma completa linha e gama de atuações, em diferentes pontos tecnológicos.
É essa a nossa essência e é isso que precisamos fazer.
Restaremos, 4,1 Mil vidas sob nossas responsabilidades, no Brasil, na Alemanha e na China, onde manteremos bases de operações.
Entregaremos nossas carteiras de saúde, e vamos também nos desfazer de nossa frota aérea, ficando apenas com o que for necessário.
Pois tudo isso vai entrar em pacotes para novos investimentos a partir de 2020.
Os hospitais que restarem no Brasil, que passarão a fazer parte da rede Personal Onor, serão rebatizados.
E a partir daí oferecerão tratamento de linha, para uma área da sociedade que quer novas opções de internações e procedimentos médicos.
Outra coisa importante destacar, é que essas unidades atenderão a consultas e procedimentos particulares e a planos de saúde.
Como sempre fizemos, só com o fato de que não teremos mais, uma carteira própria de clientes.

Agradecemos demais, os 43,7 mil clientes que fizeram parte de nosso rol, desde a fundação da Santa Clara, lá em 2012.
Muitos permaneceram conosco mesmo diante a crise, porque ofertamos tratamentos de qualidade e excelência.

Vamos continuar oferecendo a mesma excelência em todos os outros produtos e linhas de atuação que formos seguir.
E tenho certeza de que nossas comprantes, prestarão serviços da mesma qualidade.
Nossos planos empresariais serão transferidos a partir da semana que vem para a Bradesco Seguros.
E nossa carteira individual, está em negociação com outras prestadoras que estejam interessadas em fazer a aquisição.

Mais um ataque na Onor

Hoje, quarta-feira, 6 de novembro de 2019.
A Onor passa por um dos momentos de maior dificuldades talvez, desde que eu tomei posse em março de 2019 do cargo de CEO da empresa.

Nossas contas bancárias foram invadidas e limpas, nossos funcionários ficaram sem saldo, sem receber.
Estamos sem recursos para pagar contas básicas e fornecedores, especialmente em nossos hospitais.
Recursos que deveriam ser quitados na sexta-feira, 8 de novembro, e que agora desapareceram.

Não foi em um passe de mágica, mas sim numa ação criminosa.
Protagonizada por Hackers que não identificamos e que nem sabemos os motivos desses atentados.
Dizem que é direcionado a um Jornalista, Guilherme Kalel. Por quem a Onor tem grande apreço, e de quem somos patrocinadores.
Mas me recuso a crer, que pessoas seriam tão maléficas ao ponto de prejudicar um, afetando milhares de pessoas.
Não apenas nossos pacientes podem ficar sem tratamentos, mas nossos hoje mais de 13 mil funcionários pelo mundo, tiveram saldos zerados.
Como estes vão fazer, para pagar contas e sustentar suas famílias?
Como vão sobreviver a esta tragédia anunciada?

E se isso foi feito para nos impedir de ajudar Kalel de alguma forma.
Que tipo de novo ataque, estariam planejando agora?
Não é a primeira vez que a Onor passa por algo semelhante.
Sofremos outros atentados em 2019, e encontramos alternativas.
Vamos, com a graça de Deus, encontrar alternativas de novo.
Ainda que estas signifiquem fazer grandes sacrifícios.

Onor consegue indenizações para empresas que perderam domínios após ataque Hacker

Nesta sexta-feira, 1º de novembro, a Onor conseguiu uma importante vitória, embora seja apenas a primeira, no tocante a recentes acontecimentos com nossos clientes em hospedagens de sites.
Vamos relembrar, que há alguns dias o Registro Br, onde registrávamos domínios dos sites de nossos clientes, sofreram um ataque.
Por causa desse ataque, 16 de nossos sites hospedados foram perdidos.
Entramos com uma representação na Justiça contra o órgão, que deveria ter previsto melhor a sua segurança, e conseguimos demonstrar, que os atentados digitais vieram por uma invasão Hacker externa.
Apesar do ataque ter partido de um outro país, e de ainda não ser possível saber quem são seus autores, podemos responsabilizar o Registro BR pelas percas.
Assim sendo, conseguimos obter num acordo, uma indenização no valor de R$ 50 Mil, para cada site prejudicado com a perca de seu nome.

A Onor será a gestora desses recursos, que deverão ser custeados pela Registro BR, representada pela empresa NCE, até dezembro de 2019.
Assim que todos os recursos estiverem reunidos, a Onor vai procurar cada uma das 16 empresas que foram atingidas pelo roubo de seus domínios por conta desses Hackers.
E indenizará a cada uma delas, no valor de R$ 50 Mil, arrecadados com a Registro BR.

O valor é simbólico e muitas das vezes não vai cobrir o prejuízo que esses sites tiveram, nem novos investimentos que estão tendo de fazer para se reerguerem.
Mas é uma mostra de maneira bem clara, que não podemos nos omitir diante a certos fatos.
E que esses recursos devem ser empregados aos que realmente foram prejudicados.
Neste caso em específico, preciso dar parabéns a Justiça pela decisão proferida no nosso acordo.
E a advogada Alana Decker, que de maneira brilhante conduziu todo o processo em nome de nossa empresa.