As sensações do dia em que descobri o Meu Bebê

Hoje, 4 de setembro, inicio uma nova fase em minha vida.
Sei que estamos sempre buscando e primando por mudanças.
Estamos aqui pra evoluirmos e sermos pessoas melhores.
E é incrivelmente quando você tem alguém que te compreende, e é capaz de participar dessas mudanças com você.

Sou grata, na verdade, sou muito grata, por ter pessoas maravilhosas na minha vida.
E que estão me ajudando a experimentar as melhores sensações que pudessem existir na face dessa Terra.
Não apenas a sensação de maternidade, mas também a sensação de ser amada como mulher, onde só tenho que agradecer.

Hoje, ao ouvir as batidas do coração de meu bebê, na sala de ultrassonografia, ainda segurando nas mãos de Karol, minha namorada, eu pude escutar.
Era o meu bebê, e agora nada mais poderia dizer que o seria diferente.
O bebê que espero é um menino, nascerá por volta de 6 de março de 2020, e receberá o nome Kalel Francisco.

Kalel, porque me relembra uma pessoa incrivelmente forte, batalhadora, persistente, que não abre mão dos seus sonhos e que luta mais ainda por aqueles sonhos que são dos outros.
Um homem excepcional, pai de família exemplar, e que não mede esforços todos os dias para dar o melhor pra sua família, em todos os sentidos.
Com o coração carregado de amor, pegou uma empresa e a transformou em uma família, e fez esse conceito também surgir dentro da Onor.
Administrador incrível, jornalista essencial, poeta inefável, como o significado do nome mesmo diz, "Filho das estrelas, aquele que fala com Deus", e não poderia ser diferente.

Francisco, porque vem de outro homem forte, e que admiro demais.
Desde criança, desde as historias que eu vivenciei e que depois escutei me contarem.
Meu amado avô, pai de meu pai, e que mesmo diante a tantas dificuldades na vida, deu um duro danado pra fazer a sua família prosperar, ser melhor, ser forte, de caráter.
Hoje, nem todos os membros da família seguiram essa máxima, infelizmente.
Há muito preconceito, há muito julgamento, há muito machismo.
Mas tenho certeza, de que no dia em que eu levar meu filho ao meu avô conhecer, mesmo no alto de seus 92 anos, ele vai olhar ao bisneto e vai saber.
O quanto ele será grande e especial, exatamente como ele foi, como ele é, para cada um de nós.